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Você também abriu o Instagram essa semana e teve a sensação de que todo mundo tinha encontrado um álbum de fotos de 1985? 😂
De repente, apareceram cabelos volumosos, jaquetas coloridas, acessórios enormes e aquela carinha de fotografia antiga. A trend “Chat, como eu seria nos anos 80?” ganhou as redes transformando fotos atuais em versões inspiradas na década, com ajuda da inteligência artificial.
Mas, entre uma transformação e outra, fica uma pergunta que vai além do cabelo armado:
Será que a gente amou tanto essa brincadeira porque está com saudade de uma moda mais colorida, mais alegre e mais livre para experimentar?
Talvez o verdadeiro plot twist não seja descobrir como você seria nos anos 80.
Talvez seja perceber que você usaria aquele look HOJE. 👀✨
Não dá para explicar o sucesso de uma trend por um único motivo. Pode ser curiosidade, nostalgia ou simplesmente a diversão de se enxergar de um jeito diferente.
Mas a nossa hipótese fashion é outra: e se essa versão oitentista estiver despertando uma vontade de ousar que estava meio esquecida?
Sabe aquela peça que você ama, mas sempre deixa para “uma ocasião especial”? A combinação de cores que você salva no Pinterest, mas nunca experimenta? O acessório que você coloca, olha no espelho e tira porque acha que ficou “demais”?
Talvez a graça esteja justamente em se ver usando tudo isso sem passar por aquela reunião interna de aprovação do look. 😂
Na imagem, você não está pensando se o brinco é muito grande ou se a jaqueta chama muita atenção. Você só olha e pensa: “Gente, eu fiquei muito fashion icon!”
E por que essa possibilidade precisaria ficar só no story?
Ombreiras marcadas, mangas volumosas, cores fortes, estampas e acessórios de presença estão entre as referências da moda oitentista. O universo esportivo também entrou nessa mistura, com bodies, leggings e peças inspiradas na dança aparecendo além da academia.
É essa energia que interessa ao nosso moodboard: a roupa como possibilidade, não como limite.
Uma manga pode ser protagonista. Um acessório pode mudar a produção inteira. Duas cores que você nunca imaginou juntas podem virar seu novo match favorito.
A inspiração não precisa ser copiar uma década dos pés à cabeça. Pode ser só pegar emprestada aquela vontade de experimentar.

Mais cor. Mais textura. Mais movimento. Ou simplesmente mais espaço para escolhas que tenham a nossa cara.
E essa conversa também encontra eco nas passarelas: nas coleções de inverno 2026, texturas exuberantes, sobreposições e misturas de materiais e proporções apareceram entre os destaques.
Mas calma, girlys: isso não é um comunicado oficial para abandonar o pretinho favorito. 😂🖤
Uma moda mais divertida não precisa ser obrigatoriamente uma moda mais colorida.
Seu look pode continuar preto e ganhar renda, brilho, franjas ou uma mistura inesperada de tecidos. Pode ser básico com um acessório enorme. Pode ser colorido sem ter nenhuma estampa.
O ponto não é trocar uma regra por outra — sair do “preciso ser discreta” para o “agora preciso ser maximalista”.
É trocar o “será que pode?” por “será que eu gosto?”
Coleções vem e vão, e a gente sempre tem alguma referência dos anos 80 misturadas nos nossos drops. Ombreiras, metelizados, lantejoulas, modelagens oversized, ombros caídos, cinturas marcadas. Pode ser que até passe despercebido no contexto geral, mas nossa paixão pela década sempre prevalece!

Talvez a gente só queira voltar a se divertir na hora de se vestir.
Mas uma brincadeira pode virar uma boa provocação: se você gostou tanto daquela versão mais ousada, por que não trazer um detalhe dela para a vida real?
O cabelo pode ficar só na montagem. A vontade de experimentar não precisa. 😉
O legal é que hoje podemos usar a IA para testar e ver como fica antes de realmente fazer alguma tranformação! 🪩💋
Como a gente fez com nossas últimas campanhas, olha que legal se a M&G estivesse nos anos 80

Xoxo,
M&G.